Subcomitê do Rib. Jequitibá Realiza Reunião Itinerante em Jequitibá

No dia 28 deste mês o Subcomitê do Ribeirão Jequitibá realizou sua reunião ordinária na Câmara Municipal de Jequitibá. A reunião contou com a presença da maioria dos seus membros e de visitantes ilustres de Sete Lagoas, de Jequitibá e da comunidade de João Pinheiro. O Prefeito de Jequitibá Sr. Humberto Fernando Campelo Reis, o vice-prefeito Luiz Carlos Pinheiro e Secretários daquele município participaram da reunião. O Vereador Milton Martins da comissão de Meio Ambiente e Saúde da Câmara de Sete Lagoas também prestigiou com sua presença a reunião do Subcomitê.

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Reunião do Subcomitê do Ribeirão Jequitibá na Câmara Municipal de Jequitibá, dia 28 de março de 2017.

DSCN7380 O Coordenador do Subcomitê Professor Lairson Couto saudou o Prefeito de Jequitibá Sr. Humberto Fernando Campelo Reis e disse que era uma grande satisfação contar com sua presença e de membros de sua equipe. A reunião transcorreu num clima de cordialidade buscando maior integração e parceria com as Prefeituras da sub-bacia. Dentre os principais itens da pauta o membro do subcomitê Pesquisador Walter Matrangolo discorreu sobre a explotação da água subterrânea em Sete Lagoas e os riscos geotécnicos decorrentes da superexplotação do aquífero e dos poços profundos em Sete Lagoas. Em seguida foram discutidos os critérios a serem observados para a apresentação e aprovação de demandas no âmbito do Edital lançado pelo CBH Velhas na aplicação de recursos da cobrança pelo uso da água na bacia. Ficou agendada uma reunião extraordinária no dia 4 de abril, na COPPEX – UNIFEMM com o objetivo de aprofundar o debate nesse tema.

 

 

 

 

Chuva Repentina Causa Cheia no Córrego do Diogo

Chuva de “Verão”, ocorrida na tarde de 14 de dezembro de 2016 (17:30 horas) causou uma grande cheia  no córrego do Diogo nas proximidades da rotatória da Cachoeira da Prata.

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Cheia repentina no córrego do Diogo (foto tirada nas proximidades da rotatória da Cachoeira da Prata, 15/12/2016)

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Cheia repentina no córrego do Diogo, Avenida Renato Azeredo (rotatória da Cachoeira da Prata, 15/12/2016)

20161214_173507Cheia repentina no córrego do Diogo, Avenida Renato Azeredo (tirada em 15/12/2016)

Lançamentos de Esgoto Contaminam Água em Sete Lagoas – II

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Confluência do Córrego do Macuco com o Matadouro (foto tirada em 06/07/2016)

Após a confluência com o Macuco o córrego do Matadouro segue com esse nome e atravessa grande parte da área urbana de Sete Lagoas. Além desse lançamento irregular recebe outros lançamentos e esgoto proveniente de vazamentos. Dessa forma, por onde passa apresenta~se degradado, poluído, com forte mau cheiro. Logo após o ponto da confluência o Matadouro passa por baixo da perimetral (manilhado) e segue por detrás de uma bomba do SAAE, do outro lado da perimetral conforme fotos abaixo.

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Córrego do Matadouro após confluência com o Macuco e atravessar a perimetral, atrás de casa de bombas do SAAE.

(foto tirada em 29/09/2016)

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Córrego do Matadouro após confluência com o Macuco e atravessar a perimetral, atrás de casa de bombas do SAAE.

(foto tirada em 29/09/2016)

Lançamentos de Esgoto Contaminam Água em Sete Lagoas – I

O Córrego do Macuco nasce na região da Calsete, atravessa por baixo da BR 040, passa pela INSIVI e segue em propriedades rurais, com boa qualidade de água. Nos fundos da Mineradora Paraopeba recebe um lançamento irregular de esgoto proveniente de um Bairro daquela região. Esse lançamento de esgoto degrada a água do Macuco e a 70 metros abaixo polui o córrego do Matadouro na confluência dos dois córregos.
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Água do córrego do macuco a uns 80 m acima do lançamento irregular de esgoto
(foto tirada em 06/07/2016)
Lançamento esgoto Macuco
Lançamento irregular de esgoto doméstico no Macuco, fundos da Mineradora Paraopeba
(foto tirada em 06/07/2016).
20160706_150450Córrego do Macuco degradado pelo lançamento de esgoto doméstico irregular
(foto tirada em 06/07/2016)
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Encontro do Córrego do Macuco com o Matadouro nos fundos da Mineradora Paraopeba
(foto tirada em 06/07/2016)

 

Subcomitê do Ribeirão Jequitibá Comemora Dia Mundial da Água

  • Dando continuidade à programação das comemorações ao Dia Mundial da Água, o Subcomitê Ribeirão Jequitibá, vinculado ao Comitê de Bacia Hidrográfica do Rio das Velhas (CBH Rio das Velhas), Faculdade Santo Agostinho, UNIFEMM, Ambev, WWF, Projeto Manuelzão e portal Geraes Notícias realizaram atividades ambientais e educacionais na sub-bacia do Ribeirão Jequitibá, no Dia Mundial da Água (22), nos municípios de Sete Lagoas e Jequitibá.

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Rio das Velhas, em frente a foz do ribeirão Jequitibá (água com coloração alaranjada, 22/03/2017)
Foz do ribeirão Jequitibá no rio das Velhas (22 de março de 2017)

Foz do ribeirão Jequitibá no rio das Velhas (22 de março de 2017)

PROTEÇÃO DAS ÁGUAS DA SERRA DO CABRAL

O presidente do Comitê da Bacia Hidrográfica do Rio das Velhas (CBH Rio das Velhas), Marcus Vinícius Polignano, reuniu-se com membros do Subcomitê Guaicuí, da Agência Peixe Vivo e equipe de Mobilização, bem como representantes da empresa Vallourec, no dia 24 de janeiro, na sede do Comitê, em Belo Horizonte. O objetivo da reunião foi de discutir o projeto hidro ambiental “Proteção das Águas do Cabral” previsto para acontecer nas sub-bacia do Córrego das Palmeiras, localizado em Lassance e Córrego Bananal, em Várzea da Palma.

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Vista da Serra do Cabral, Bacia do Rio das Velhas

Fonte: Comitê da Bacia do Rio das Velhas

 

BRASIL SEDIARÁ 8º FÓRUM MUNDIAL DA ÁGUA EM MARÇO/2018

BRASÍLIA SERÁ A SEDE DO  8º FÓRUM MUNDIAL DA ÁGUA, EM MARÇO DE 2018

O 8º Fórum Mundial da Água, cujo tema será Compartilhando Água, ocorrerá em Brasília, em março de 2018. Segundo matéria publicada no Site da ANA, por iniciativa inédita do Comitê Diretivo Internacional do Fórum foi criada a plataforma Sua Voz para favorecer o amplo debate sobre os temas centrais do evento. Essa plataforma estará disponível no site do 8º Fórum Mundial da Água, a partir de fevereiro deste ano. Dessa forma, pessoas do mundo todo poderão ter acesso a essas informações e participar dos debates.

Para mais informações veja matéria no Site da ANA: www.ana.gov.br

 

Política Nacional de Recursos Hídricos completa 20 anos

10/01/2017, notícia publicada no Site da ANA – Texto: Cláudia Dianni – ASCOM/ANA

Segundo notícia divulgada no dia 10/01/2017, pela Agência Nacional de Águas, em seu Site, a Política Nacional de Recursos Hídricos completa 20 anos em 2017. Essa política foi instituída pela Lei Federal No 9433/97, de 8 de janeiro de 1997. Essa Lei ficou conhecida como “Lei das Águas”. A Política Nacional de Recursos Hídricos – PNRH estabeleceu instrumentos para a gestão dos recursos hídricos de domínio federal (aqueles que atravessam mais de um estado ou fazem fronteira) e criou o Sistema Nacional de Gerenciamento de Recursos Hídricos (SINGREH), composto pela Agência Nacional de Águas, os órgãos gestores de recursos hídricos dos estados e do Distrito Federal, além das estruturas colegiadas: Conselho Nacional de Recursos Hídricos (CNRH) e os respectivos conselhos estaduais,  e os comitês de bacias hidrográficas e agências de bacia.

Logo 20 anos Lei 9433

Selo dos 20 anos da Lei das Águas: Lei 9433/97

Saiba mais no Site da ANA: www.ana.gov.br

Revitalização da Bacia do Rio São Francisco

Programa de Revitalização do São Francisco

Toda a bacia hidrográfica do rio São Francisco será revitalizada, por meio de ações planejadas para execução a curto e a médio prazos. A notícia foi anunciada nesta terça-feira (09 de agosto) pelo presidente da República em exercício, Michel Temer, ao lado de ministros de diversas áreas, do presidente do Senado, Renan Calheiros, senadores e deputados, no Palácio do Planalto, em Brasília (DF). A previsão é de investimentos iniciais de R$ 904 milhões, entre os anos de 2016 a 2019, no projeto intitulado Novo Chico. Um dos objetivos do programa é garantir os usos múltiplos das águas do rio.

Temer publicou no Diário Oficial da União (DOU), o decreto que cria o Conselho Gestor da Revitalização, do qual farão parte diversos órgãos, ministérios, além do Comitê da Bacia Hidrográfica do Rio São Francisco (CBHSF). “Revitalizar é preservar a vida, seja ela animal, vegetal ou mineral”, disse. O presidente em exercício propôs que, em algum momento, ele e os ministros plantem árvores na margem do São Francisco.

O ministro da Integração Nacional, Helder Barbalho, explicou que a decisão atende a demandas de diversos segmentos, desde o Tribunal de Contas da União (TCU), passando pelo Parlamento e a sociedade. “Algumas das ações realizadas são para revitalização, recuperação de nascentes, saneamento e fiscalização integrada, entre outras”, resumiu Barbalho. O ministro das Cidades, Bruno Araújo, garantiu que o programa será a prioridade da pasta. O ministro do Meio Ambiente, Sarney Filho, destacou que o rio São Francisco enfrenta sua pior estiagem. “E o presidente Temer dá os primeiros passos para garantir vida ao rio da integração nacional”, comemorou.

Fonte: cbhsaofrancisco.org.br – ASCOM – Assessoria de Comunicação do CBHSF

Criado o Conselho Gestor da Revitalização do São Francisco

O Diário Oficial da União (DOU) publicou no dia 10 de agosto o Decreto 8.834, assinado pelo presidente da República em exercício, Michel Temer, através do qual institui o Conselho Gestor do Programa de Revitalização do Rio São Francisco. O documento estabelece que serão realizadas ações permanentes e integradas de preservação, conservação e recuperação ambiental que visem o aproveitamento sustentável dos recursos naturais e à melhoria das condições socioambientais e da disponibilidade de água em quantidade e qualidade para os usos múltiplos.

Coordenado pela Casa Civil, o Conselho Gestor é formado por representantes dos Ministérios da Integração Nacional, Agricultura, Fazenda, Minas e Energia, Planejamento, Ciência e Tecnologia, Meio Ambiente, Cidades, Desenvolvimento Agrário, governos dos estados inseridos na bacia do São Francisco, bem como do Comitê da Bacia Hidrográfica (CBHSF), o qual deverá ser representado pelo presidente ou o vice.

O Conselho Gestor também contará com o auxílio de uma câmara técnica, coordenada pelo Ministério da Integração Nacional e formada por outros órgãos, a exemplo da Agência Nacional de Águas (ANA), Fundação Nacional de Saúde (Funasa), CBHSF, entre outros, com a finalidade de promover a interlocução e integração dos organismos envolvidos, propor metas e estratégias e elaborar as propostas de atividades anuais.

Os diversos órgãos inseridos no grupo têm 30 dias para formalizar a indicação dos nomes que farão parte do Conselho Gestor. E em um prazo de 90 dias, o grupo se reunirá com a finalidade de aprovar seu regimento interno, o planejamento de atividades até a primeira reunião ordinária e o detalhamento de linhas de ação do programa de revitalização. O Conselho deverá se reunir, pelo menos, uma vez por ano e, preferencialmente, no primeiro semestre, com a finalidade de planejar as ações para os demais meses.

Fonte: www.cbhsaofrancisco.org.br – ASCOM – Assessoria de Comunicação do CBHSF

 

“Sete Lagoas Cidade Sustentável” – Sonho, Utopia ou Desafio?

As Cidades Sustentáveis no Brasil e no Mundo

Nas últimas décadas falou-se muito em Desenvolvimento Sustentável, bem como Sustentabilidade e Meio Ambiente, em diferentes campos e setores da sociedade. Esses conceitos vêm evoluindo e incluindo novos paradigmas com as descobertas científicas e o desenvolvimento tecnológico, político e social das nações. Esses paradigmas incluem o aquecimento global, as mudanças climáticas, o surgimento de novas economias como os BRICS (Brasil, Rússia, Índia, China e África do Sul) e principalmente com o desenvolvimento econômico da China.

O Brasil, nas últimas décadas, apresentou alta taxa de crescimento populacional e sofreu processo de urbanização acelerada, com grande êxodo da população rural, principalmente a partir dos anos 60, do século XX. A quantidade de cidades criadas se multiplicou e já chegou ao universo de mais de cinco mil e 500 prefeituras em todo o País, sendo a maior parte delas criadas nos últimos 30 anos. Essa mudança demográfica intensa sem o devido planejamento urbano causou crescimento desordenado das cidades, com ocupação irregular de áreas de risco e áreas de preservação permanente, como encostas de morros e margens de rios. Essas mudanças vêm causando também grande desemprego, subemprego, desequilíbrio social, marginalização e aumento da violência nas cidades e principalmente nas periferias urbanas.

“Os líderes municipais precisam encontrar maneiras de equilibrar as necessidades de gerar lucros, ser um lugar atrativo para as pessoas e, ao mesmo tempo, reduzir os danos ao meio ambiente. Para entender como é uma cidade sustentável, precisamos entender como ela lida com suas questões sociais, econômicas e ambientais. Só assim é possível definir as prioridades e agir para abrir o caminho do desenvolvimento urbano sustentável”

John Batten, Diretor de Cidades Globais, ARCADIS

John Batten, Diretor de Cidades Globais, ARCADIS

Sete Lagoas Cidade Sustentável – Sonho, Utopia ou Desafio?

Para muitos transformar Sete Lagoas numa ‘Cidade Sustentável’ pode parecer um ‘Sonho’ ou mesmo uma ‘Utopia’. Considero um grande ‘Desafio’ que deveria ser perseguido pelos nossos governantes, pelas instituições e pela população. Não é apenas uma tarefa do Governo e sim de toda a Sociedade. Precisamos trabalhar para transformar esse sonho em realidade. Pode levar anos ou mesmo décadas, mas precisamos dar o primeiro passo e traçar um objetivo a ser alcançado, com planejamento e metas.

Se nos reportarmos às décadas de 40, 50 do século passado poderemos verificar pelos relatos com as pessoas mais idosas e analisando a história de Sete Lagoas que a qualidade de vida naquela época parecia bem melhor que hoje, pelo menos em alguns aspectos como segurança, meio ambiente, etc. Por outro lado, muitas das tecnologias criadas de lá para cá trouxeram mais conforto para a população, aumentou a expectativa de vida, mas com efeitos colaterais, cujos reflexos no cotidiano da população chega a ser estressante.

 

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Fonte: Cortesia Quin Drummond

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Fonte: Cortesia Érika Carvalho

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Fonte: Lairson Couto

A Plataforma e os Eixos do Programa Cidades Sustentáveis

Em outro ‘POST’, anterior, discutimos a Plataforma e os Eixos do Programa Cidades Sustentáveis, definidos como:

Governança; Bens Naturais Comuns; Equidade, Justiça Social e Cultura da Paz; Gestão Local para Sustentabilidade; Planejamento e Desenho Urbano; Cultura para a Sustentabilidade; Educação para a Sustentabilidade e Qualidade de Vida; Economia Local, Dinâmica, Criativa e Sustentável; Consumo Responsável e Opções de Estilo de Vida; Melhor Mobilidade, Menos Tráfego; Ação Local para a Saúde; do Local para o Global.

Índice Global de Sustentabilidade ARCADIS

O índice criado pela ARCADIS, realizado em parceria com o Centro de Economia e Business Research (CEBR), considera que não existe nenhuma cidade utópica. Em vez disso, muitas cidades do mundo estão deixando de atender as necessidades de sua população com os líderes da cidade tendo de gerir um equilíbrio complexo entre os três pilares da sustentabilidade – Pessoas, Meio Ambiente e Economia.

O Índice Global de Sustentabilidade ARCADIS , relatório de 2o15, considerou como as dez Cidades mais Sustentáveis no Mundo, nessa ordem:

1 – Frankfurt

2 – Londres

3 – Copenhagen

4 – Amsterdan

5 – Rotterdam

6 – Berlim

7 – Seoul

8 – Hong Kong

9 – Madri

10 – Singapura

A cidade de São paulo ficou no 31o lugar e o Rio de Janeiro no 40o