O Abastecimento de Grandes Metrópoles, Estudo de Caso: New York

O Abastecimento de Grandes Metrópoles, Estudo de Caso: New York

Lairson Couto, maio de 2016.

Traduzido e adaptado do artigo publicado por Sarah Crean, em 16 de abril de 2013 – Gotham Gazette, New York, NY.

Em grande parte invisível – mas essencial – é o sistema de abastecimento de água da cidade de New York, que se estende por 125 milhas e entrega mais de um bilhão de galões de água potável para nove milhões de pessoas.

Em seu novo livro, Empire of Water (Cornell University Press), historiador e especialista em políticas públicas, Soll David, lança um olhar multifacetado no sistema de abastecimento de água da cidade de New York, um dos maiores sistemas municipais, em grande parte não filtrado, de abastecimento de água no planeta.

O sistema de abastecimento de água potável da cidade de New York um dos maiores do planeta fornece quase sua totalidade sem necessidade de filtração. Esse sistema distribui quase quatro bilhões de litros de água potável para nove milhões de pessoas. O sistema de abastecimento de água de parte do estado de New York e da cidade de New York se sustenta pela água que flui das montanhas, passa por grandes reservatórios e segue por uma extensa rede de túneis e aquedutos para finalmente ser distribuída na grande metrópole.

Durante décadas a manutenção desse sistema de abastecimento de água passou por grandes desafios numa queda de braço entre Governantes. Políticos, Usuários de Água e a População em geral, com a destruição de vilas, e a inundação de milhares de hectares de terras férteis. Nesse período ocorreram muitos conflitos e discussões pelo uso da terra e da água entre a Cidade de New York e as Comunidades à montante, nas montanhas e ao longo do caminho da condução da água (cursos d’água, aquedutos, túneis etc.).

A cidade de New York, nas décadas de cinquenta e sessenta do século passado vinha crescendo num ritmo muito forte e clamava pelo desenvolvimento, necessitando cada vez mais do aumento da oferta de água.

Finalmente, em 1997, chegaram a um bom termo formalizando e publicando um acordo histórico naquela bacia hidrográfica “the 1997 Watershed Agreement”. Esse acordo, um marco na ocupação e uso da terra Urbana-Rural e uso da água naquela bacia foi essencial para tornar o sistema de abastecimento de água sustentável. Esse acordo permitiu também que a cidade de New York conseguisse permissão do Governo Federal para evitar a construção de uma estação de filtração e tratamento de água, a um custo bilionário.

1Fonte: Sarah Crean, 16 de abril de 2013 – Gotham Gazette, New York, NY – Nota do Editor: esta é a primeira de uma entrevista de duas partes –  Texto traduzido e adaptado por Lairson Couto, Sete Lagoas, MG (2016)

Saiba mais: Veja o artigo completo neste Site em ‘Artigos’

Origem e Evolução do Conceito de Desenvolvimento Sustentável

Origem e Evolução do Conceito de Desenvolvimento Sustentável

Lairson Couto – www.lairsoncouto.com.br – março de 2016

Traduzido e adaptado de ‘Sustainable Development’ – Susan Baker – 2016

Nas últimas décadas fala-se muito em Desenvolvimento Sustentável, bem como Sustentabilidade e Meio Ambiente, em diferentes campos e setores da sociedade. Esses conceitos vêm evoluindo e incluindo novos paradigmas com as descobertas científicas e o desenvolvimento tecnológico, político e social das nações. Esses paradigmas incluem o aquecimento global, as mudanças climáticas, o surgimento de novas economias como os BRICS (Brasil, Rússia, Índia, China e África do Sul) e principalmente com o desenvolvimento econômico da China.

Este artigo explora o conceito de desenvolvimento sustentável, prestando particular atenção à conceituação de Brundtland porque ele alcançou o status de atualização. Um número crescente de organizações e agências internacionais subscreve a pelo menos alguns e com frequência a maioria ou todos, os objetivos e princípios incorporados na abordagem Brundtland (Lafferty and Meadowcroft, 2000). O artigo começa resumidamente delineando as origens históricas do conceito de desenvolvimento sustentável antes de examinar a formulação Brundtland em detalhe. Isto é seguido por uma discussão de como o conceito evoluiu desde o engajamento original Brundtland. Uma escada do desenvolvimento sustentável é utilizada para organizar essas diferentes interpretações e relacioná-las com políticas imperativas específicas. Os princípios normativos fundamentais que estão associados com o conceito são em seguida discutidos. Também é dada atenção à rejeição do conceito por certos teóricos verdes e ativistas ambientais. Finalmente, a relação entre a modernização ecológica e o desenvolvimento sustentável é discutida, até porque a literatura muitas vezes assume que os termos são sinônimos.

Referências

Baker, S. (2016), The Concept of Sustainable Development, in Susan Baker Sustainable Development (Routledge Introduction to Environmental Series, Second Edition), 1-24.

Lafferty, W. M. and Meadowcroft, J.  (2000), ‘Introduction’, in W. M. Lafferty and J. Meadowcroft (eds.), Implementing Sustainable Development: Strategies and Initiatives in High Consumption Societies (Oxford: Oxford University Press), 1-22.

 Veja o Artigo no Completo em: Artigos neste Site.

Oficinas: Biomonitoramento na Bacia do Rio das Velhas

O Comitê da Bacia Hidrográfica do Rio das Velhas convida você para as oficinas do Programa de Monitoramento Ambiental Participativo, destinado a professores e membros da comunidade bacia do Rio das Velhas. As oficinas serão realizadas com o apoio do Sub-Comitê do ribeirão Jequitibá e do UNIFEMM.

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Programação

Data: 28 de junho de 2016 (terça – feira)

Local: UNIFEMM – Prédio da COPPEX, Sala 7

Avenida Castelo Branco, 2765, Bairro Santo Antônio, Sete Lagoas

Oficina 1 – Bacia Hidrográfica como instrumento pedagógico

Horário: 8h 00 às 12h 00

Oficina 2 – Biomonitoramento e qualidade das águas do rio das Velhas

Horário: 13h 00 às 17h 00

Inscrições e informações no Projeto Manuelzão: 31 3409 9810 ou 31 3409 9819

 

 

Neurologista Setelagoano Participa de Congresso Internacional sobre Doença de Parkinson em Berlim, Alemanha

O Dr. Christian Marques Couto, natural de Sete Lagoas, ‘Responsável Técnico do Hospital ‘SARAH’, Rio de Janeiro está participando do “20º Congresso Internacional sobre a Doença de Parkinson e Desordem do Movimento” (20th International Congress of Parkinson’s Disease and Movement Disorders) que está sendo realizado esta semana em Berlim, Alemanha.

O Congresso será realizado de 19 a 23 de junho de 2016, na cidade de Berlim, Alemanha. Seus pais Lairson Couto e Helena Maria Marques Couto e toda sua família estão muito orgulhosos e felizes com a brilhante carreira profissional e acadêmica do Dr. Christian.

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Para mais informações sobre o Congresso pesquisem o Site abaixo:

http://www.mdscongress2016.org/Congress-2016.htm

Conheça a Rede SARAH

O Centro Internacional SARAH de Neurorreabilitação e Neurociências, inaugurado em maio de 2009, está localizado na Barra da Tijuca, Rio de Janeiro e admite adultos e crianças portadores de lesões congênitas, ou adquiridas, do sistema nervoso central e periférico. O tratamento proposto inclui o acompanhamento do processo de reabilitação do paciente e a orientação aos familiares, considerando as particularidades de cada caso.

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A arquitetura da unidade SARAH Rio oferece espaços amplos e integrados, favorecendo o trabalho interdisciplinar, as discussões de casos e a troca de experiências entre os pacientes. Uma equipe qualificada em ciências da reabilitação realiza atendimentos individuais e em grupo, com atenção na humanização do tratamento e na qualidade de vida dos pacientes. Esta unidade realiza atendimentos exclusivamente ambulatoriais, não dispondo de internação ou de emergência.

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Conheça a Rede SARAH: www.sarah.br

 

 

 

 

Campanha “Água Como Direito Humano”

O Comitê da Bacia Hidrográfica do rio das Velhas em comemoração ao Dia Mundial da Água lançou, no dia 21 de março deste ano, na Assembleia Legislativa de Minas Gerais, a Campanha “Água como Direito Humano” essa Campanha complementa a Campanha lançada pela Santidade o Papa Francisco: “Campanha da Fraternidade e Saneamento”.

Nessa ocasião, a Comissão de Meio Ambiente e de Desenvolvimento Sustentável da Assembleia Legislativa de Minas Gerais realizou o debate público sobre “Águas de Minas: Revitalização e Gestão dos Rios de Minas”

Os Representantes dos Comitês das Bacias Hidrográficas de Minas Gerais frisaram que a despeito do reinício das chuvas a situação dos cursos d’água e os reservatórios em Minas Gerais ainda é crítica e preocupante e torna-se necessário garantir a preservação dos rios. Eles reivindicam maior participação envolvimento da sociedade na gestão dos recursos hídricos no estado de Minas Gerais, via a representação da sociedade civil nos comitês e atuando mais diretamente nas suas regiões e respectivas sub-bacias.

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O Presidente do CBH Velhas, Marcus Vinicius Polignano, alegou que é preciso entender que a situação dos rios em Minas Gerais é péssima, no que se refere à disponibilidade de água tanto no aspecto quantitativo, como qualitativo. Ele ainda criticou o estudo do Instituto Mineiro de Gestão e da Qualidade das Águas, IGAM, Polignano pediu também ações efetivas de melhoria da situação dos rios em nosso Estado. Disse “não podemos burocratizar a gestão dos rios”. Infelizmente, as discussões sobre água só tiveram início porque a crise hídrica trouxe prejuízos risco de desabastecimento da capital mineira. A relação entre as bacias e o Governo de Minas está fragilizada. Mais que isso, temos que definir as datas para o que deve ser feito e por quem, afirma.

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Ao percorrer ao longo dos córregos e ribeirões que fazem parte da sub-bacia do ribeirão Jequitibá constatamos a dura realidade da degradação desses cursos d’água. Infelizmente não podemos desfrutar do prazer de lavar nossos pés e nossas mão nesses córregos como sugerem as figuras acima e abaixo. A qualidade da água desses cursos d’água em Sete Lagoas e nos demais municípios dessa Sub-bacia está muito abaixo dos padrões recomendados pelas organizações da saúde. Essa degradação se deve principalmente ao lançamento do esgoto doméstico, sem nenhum tratamento, diretamente nesses corpos d’água. Vejam abaixo algum dos nossos córregos poluídos como Córrego do Matadouro e o ribeirão Jequitibá.

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Córrego Matadouro, em Sete Lagoas, em 17 de junho de 2016.

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Água do Córrego do Matadouro, em Sete Lagoas, coletada em 17 de junho de 2016

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Ribeirão Jequitibá na divisa entre Sete Lagoas e Prudente de Morais

O Presidente do CBH Velhas sugeriu ainda que a Comissão Extraordinária das Águas, da ALMG se torne permanente e que seja editada uma lei das águas, definindo a “Água como Direito Humano”.

Para mais informações acesse o Site do CBH Velhas: www.cbhvelhas.org.br

 

 

Campanha da Fraternidade e Saneamento

Em artigo publicado em março deste ano o Dr. Jerson Kelman presidente da Sabesp e professor do Instituto Alberto Luiz Coimbra de Pós-Graduação e Pesquisa de Engenharia da Universidade Federal do Rio de Janeiro destaca que o Papa Francisco lançou a Campanha da Fraternidade e Saneamento para sensibilizar os Governantes e a população sobre a […]

Monitoramento da Qualidade da Água do Rib. Jequitibá e Afluentes

Em fevereiro deste ano o Centro Universitário de Sete Lagoas – UNIFEMM assinou contrato de prestação de serviços com a WWF – Brasil para executar o projeto “Monitoramento da Qualidade da Água do Ribeirão Jequitibá e Principais Afluentes”. Esse Projeto está sendo financiado com recursos da AMBEV, no âmbito do Projeto Bacias Sete Lagoas, parceria entre a AMBEV e a WWF – Brasil.

O Projeto com duração prevista de doze meses foi idealizado e está sendo coordenado pelo Professor Lairson Couto do UNIFEMM que atua também como Coordenador Geral do Sub-Comitê da Bacia do Ribeirão Jequitibá. As análises das amostras de água serão analisadas no Laboratório de Química do UNIFEMM sob a coordenação da Professora Janine França.

A execução do Projeto teve início ontem, dia 17 de junho deste ano, com a coleta das amostras de água, na primeira campanha. Foram coletadas amostras de água no Córrego do Matadouro (várzea na fazenda da Embrapa), no ribeirão Jequitibá (fazenda Santa Rita, Epamig), córrego Forquilha (fazenda Santa Rita, Epamig) e novamente no ribeirão Jequitibá (Campos Experimentais da Embrapa Milho e Sorgo). Em cada ponto  foram coletadas três sub-amostras de água que seguiram para o laboratório do UNIFEMM. Estão previstas a determinação de nove parâmetros de qualidade de água para o cálculo do Índice de Qualidade de Água – IQA em cada sub-amostra. O IQA é um índice mundialmente conhecido e utilizado e recomendados pelos órgãos brasileiros que trabalham com qualidade de água como a ANA e o IGAM.

Mapa da Bacia do Ribeirão Jequitibá com a Rede Fluviométrica e os Pontos de Amostragem de Água

Pontos Projeto de Monitoramento da Qualidade das Aguas do Ribeirao Jequitiba

Primeiro Dia da Coleta de Água no Ribeirão Jequitibá e Principais Afluentes, 17 de Junho de 2016

 

Coleta de Amostras de Água no Córrego do Matadouro, MAT 03, Várzea da Embrapa, Sete Lagoas

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Coleta de Amostras de Água no Ribeirão Jequitibá JEQ 03, Fazenda Santa Rita, Epamig, Prudente de Morais

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Coleta de Amostras de Água no Córrego Forquilha, FOR 03, Fazenda Santa Rita, Epamig, Prudente de Morais

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Coleta de Amostras de Água no Ribeirão Jequitibá JEQ 02, Estação, Embrapa, Divisa Sete Lagoas/Prudente de Morais

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Representantes da Fauna Local, no ponto JEQ 02, Estação, Embrapa, Divisa Sete Lagoas/Prudente de Morais

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Aplicativo para inibir o “Bullying” nas Escolas

O Empresário Guilherme Marques Couto proprietário e Diretor da FIT Inovação Tecnológica e FIT Mobile, com sede em Belo Horizonte,  em parceria com o Advogado e Professor Frederico Gabrich lançou um aplicativo voltado para o uso das Instituições de Ensino visando o combate ao “Bullying”. Esse aplicativo – APP pode ser acessado via WEB em aparelhos “Mobile”, como o celular. O “Bullying” é uma prática muito ruim na formação das crianças e pré-adolescentes e hoje ocorre com muita frequência nas escolas do primeiro e segundo grau. Esse tipo de ação entre as crianças e jovens causa sérios problemas na formação do caráter e da personalidade desses jovens, provocando também atos de agressividade, sentimentos de raiva, angústia e de perda da autoestima.

A ocorrência do “Bullying” em estabelecimentos de ensino tem crescido muito nos últimos tempos e o Governo Federal preocupado com sua expansão acionou o Congresso Nacional em 2015 que aprovou a Lei Federal N. 13.185/2015. Essa Lei instituiu o combate à intimidação sistemática do “Bullying” em Território Nacional.

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Guilherme Marques Couto e Frederico Gabrich os idealizadores do APP Bullying

Segue o contato para as Instituições que se interessarem em obter mais informações sobre esse Aplicativo: www.nobullying.com.br; fred@transformingideas.com.br ; telefone 31 25350092 ou comercial@fitmobile.com.br; telefone 31 32232295.

Mais informações e matéria completa: Jornal Sete Dias – Sete Lagoas, MG.

Prefeitura e SAAE Sete Lagoas inauguram ETA – Rio das Velhas

No dia 17 deste mês o Prefeito Márcio Reinaldo Dias Moreira inaugurou a Estação de Tratamento de Água – ETA, cuja captação será feita no rio das Velhas, no município de Funilândia.
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SECA DO RIO SÃO FRANCISCO E PMSB DE VÁRZEA DA PALMA FORAM TEMAS DE REUNIÃO REALIZADA EM PIRAPORA

Reunião em Pirapora a bordo do Vapor Benjamim Guimarães

Na última terça-feira (07), os integrantes do Subcomitê Guaicuí se reuniram no Vapor Benjamim Guimarães em Pirapora, Minas Gerais. O objetivo foi de discutir a seca do Rio São Francisco e o Plano Municipal de Saneamento Básico de Várzea da Palma. Essa matéria foi postada pelo Gestor Ambiental Élio Domingos integrante da equipe de Mobilização do CBH Velhas e assessor do SCBH Jequitibá

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Vapor Benjamin Guimarães

Construído em 1913 no Mississipi, Estados Unidos, o Benjamim Guimarães foi comprado na década de 20 pela empresa brasileira Júlio Guimarães e recebeu este nome em homenagem ao pai do proprietário. O vapor foi utilizado por várias décadas no transporte de cargas e passageiros no trecho Pirapora – Juazeiro, no Norte da Bahia. Também transportou durante a Segunda Grande Guerra Mundial tropas do Exército Brasileiro que se dirigiam ao litoral de Pernambuco e do Rio Grande do Norte para o patrulhamento da costa, de onde embarcariam para a Itália, na Força Expedicionária Brasileira.

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Veja matéria completa no Site do CBH Velhas:

http://cbhvelhas.org.br/noticias/seca-do-rio-sao-francisco-e-pmsb-de-varzea-da-palma-foram-temas-de-reuniao/